O primeiro Mestre Cervejeiro da Guinness levava o mesmo nome da marca: Arthur Guinness. Foi com ele que a arte de fabricar cervejas começou a passar de geração em geração.
Inclusive, essa história começa com o pai de Arthur, Richard, que já trabalhava com a produção da bebida na Irlanda.
Arthur Guinness criou a Guinness

A paixão e a crença em uma cerveja diferenciada eram tantas que, em 31 de dezembro de 1759, Arthur assinou um contrato de 9 mil anos para fundar a Cervejaria St. James’s Gate, em Dublin, capital irlandesa.
O criador da cerveja Guinness era um filantropo, um pragmático, um inovador, um homem de família e, definitivamente, um empreendedor visionário.
Guinness foi criada na Irlanda e alcançou o mundo

Em 1801, Arthur se desafiou a encontrar uma forma de exportar sua bebida a outros continentes. A questão era como manter a cerveja fresca mesmo em longas viagens marítimas.
Com a ajuda de sua equipe de cervejeiros, surgiu a West India Porter, uma cerveja com lúpulo extra que atuava como um conservante natural.
A receita funcionou tão bem que, em pouco tempo, a Guinness chegou ao Caribe, à América, África e ao Sudeste Asiático. Hoje, a marca é apreciada em mais de 150 países ao redor do mundo!
Só no boca a boca

Por 170 anos, a marca nunca fez uma publicidade. Foi a qualidade da bebida que garantiu sua popularidade.
Só em 1929 que a família Guinness concordou em anunciar sua marca, mas com uma condição: as propagandas precisariam ser tão boas quanto a cerveja.
O resultado foi uma série de campanhas icônicas, que marcaram época com frases como “Guinness is Good for You” e “My Goodness, My Guinness”.
Essas peças ajudaram a transformar a Guinness não só em uma cerveja, mas em um símbolo cultural reconhecido mundialmente.