Apesar do colapso no final do século XIX, da forte concorrência de outros países produtores de whisky, de duas guerras mundiais, da grande depressão e da Lei Seca dos Estados Unidos, o whisky escocês sobreviveu e se tornou preferência mundial.
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AENEAS COFFEY, FAMÍLIA WALKERS E FILOXERA
Essa demanda pelo blended escocês fez disparar a produção nas destilarias e, acima de tudo, impôs rigorosos critérios de qualidade nunca antes adotados pelas destilarias.
A LEI DO CONSUMO
Importantes donos de terras identificaram o problema e viram uma oportunidade.
ENTRANDO NA CLANDESTINIDADE
Independentemente do que era feito ou com o que era misturado, o whisky se tornou popular.
INDÚSTRIA ARTESANAL
O desenvolvimento da técnica, o aumento da disponibilidade de metais, principalmente cobre, e o desenvolvimento das habilidades para o seu manuseio resultaram na ampla oferta de alambiques feitos de cobre forjado naquela época.
OS ANOS INEXISTENTES
Por quase 200 anos, quase nenhuma informação foi registrada sobre o desenvolvimento do processo de destilação ou a forma como a aquavita ou o whisky eram utilizados na Escócia.
PROVAS OFICIAIS
Em agosto de 1494, o frei John Cor, monge possivelmente do mosteiro de St. Andrews ou do mosteiro cisterciense próximo dali, em Balmerino, ou do Mosteiro Beneditino de Lindores em Fife, tinha ‘autorização do Rei’ para produzir ‘aquavita’ a partir de 8 bolls – pouco mais de 1.100 litros – de malte. Embora o processo… Continuar lendo PROVAS OFICIAIS
O REI MODERADO
O Rei Jaime IV da Escócia, coroado em 1488, chegou ao trono após ter criado uma conspiração com seus tios e outros membros da realeza para ocasionar a morte de seu pai.
CHEGADA NA GRÃ-BRETANHA
Do século XII até o século XIV, o processo de destilação viajou do oriente para o leste europeu e finalmente chegou ao oeste europeu.
TECNOLOGIA ANCESTRAL
A tecnologia foi desenvolvida por diferentes culturas, em diferentes momentos, e teve diferentes significados para diferentes produtores artesanais.